Um fator pouco visível — mas absolutamente estratégico — são as relações institucionais. É por meio do diálogo entre governo, Congresso, administrações tributárias, entidades de classe e empresas que micro e pequenas empresas conseguem ter voz ativa na definição das regras, especialmente nas fases de transição, na forma de aproveitamento de créditos e na interpretação das novas normas. Esse canal evita que a reforma seja desenhada apenas sob a ótica dos grandes grupos econômicos e ajuda a reduzir desigualdades estruturais históricas.
Mais do que influência política, esse bastidor institucional funciona como um mecanismo de proteção econômica: permite ajustes graduais, dá previsibilidade ao fluxo de caixa, reduz inseguranças jurídicas e traduz regras complexas em orientações práticas para o dia a dia do empreendedor. No fim das contas, é esse trabalho silencioso que transforma uma grande reforma em algo operacionalmente possível, competitivo e sustentável para quem movimenta a base da economia.
#vocesabia #vocêsabia #ohmadvogados